IV Congresso Médico da Unimed-Rio chega ao fim com elogios dos participantes e de organizadores

Um show do sambista Martinho da Vila encerrou, na noite de sábado (11/7), o IV Congresso Médico da Unimed-Rio. O evento, destinado aos médicos cooperados, recebeu comentários elogiosos dos participantes e dos membros da Comissão Científica, responsáveis por elaborar as grades dos cursos e palestras. O cirurgião geral José Luís de Souza Varela, membro da Comissão Científica da mesma especialidade, afirma que o congresso não deixa nada a dever aos principais seminários do Brasil e do mundo. No balanço final do evento, cerca de duas mil pessoas participaram das atividades do IV Congresso Médico da Unimed-Rio.

“É muito gratificante participar do Congresso Médico da Unimed-Rio. Elaboramos a grade de apresentações de modo que o profissional de consultório tivesse acesso ao que há de mais moderno e atual nas pesquisas médicas e tenho certeza que atingimos este objetivo. O Congresso tem um programa que poderia ser reproduzido em qualquer evento no Brasil e no mundo. Em outubro participarei de um encontro de cirurgiões gerais norte-americanos e a programação é bem semelhante, por exemplo”, explica o Dr. Varela.

O cooperado Manuel Francisco de Castro Júnior, também cirurgião geral, corroborou este diagnóstico. “Participei de todas as edições e cada vez a qualidade aumenta. A atualização é importante, principalmente para profissionais que estão mais ligados à rotina de consultórios”, disse. A pediatra Marilene Nicodemos Moreno esteve presente em todos os dias do IV Congresso Médico e destacou outros pontos positivos.

“Sou pediatra, mas isso não impede que eu assista a palestras de outras especialidades, que possam complementar meu trabalho. Essa é uma vantagem do Congresso Médico em relação a outros eventos, onde ficamos, em geral, restritos às apresentações de nossa especialidade. Além disso, é bom ouvir estudos de colegas brasileiros, que conhecem nossa realidade e as necessidades dos pacientes brasileiros. Às vezes, as análises de profissionais estrangeiros estão distantes da realidade daqui e são inviáveis de serem aplicadas. Certamente isso não acontece com os trabalhos apresentados no Congresso Médico”, finalizou.
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